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Cardiopediatria

A cardiopediatria é uma subespecialidade da pediatria que cuida de pacientes com cardiopatias congênitas, que são defeitos na estrutura do coração ou nas veias e artérias principais que se ligam diretamente ao coração. Esse defeito chama congênito porque ele acontece durante a formação do coração do feto ainda dentro do útero e está sempre presente no nascimento, mesmo que o diagnostico só seja feito na idade adulta. Cerca de uma em cada 100 crianças nasce com algum tipo de defeito no coração e cerca de 70 a 80% dessas crianças vão precisar de intervenção em algum momento da vida, seja cirurgia ou cateterismo.
    A chance de um bebê ter alguma cardiopatia depende de uma série de fatores. Ela é maior nos bebês que têm algum antecedente familiar, principalmente pai, mãe ou algum irmão com cardiopatia congênita. O risco também aumenta nos bebês que

 têm alguma síndrome genética, como a Síndrome de Down, em que cerca de 50% das crianças têm algum defeito cardíaco, nas mães usuárias de álcool, drogas ou alguns medicamentos. Mães com diabetes mellitus e lupus também têm maior chance de ter filhos com defeitos cardíacos e, por último, as infecções durante a gravidez, como a rubéola e a infecção por citomegalovírus.

Geralmente as cardiopatias congênitas são classificadas em cianogênicas e acianogênicas, ou seja, aquelas que deixam o bebê mais roxo, que significa baixa oxigenação do sangue que circula no corpo e aquelas que não deixam o bebê roxo (cianótico).
Os defeitos podem ser nas válvulas cardíacas, nas paredes do coração (furos que deixam o sangue passer de um lugar para o outro) e nas artérias ou veias que podem ser mais estreitas do que o normal ou se comunicarem com uma parte do coração que não é a habitual. 
Os principais sintomas são: cianose (pele com uma cor mais azulada, princpalmente nos lábios), tosse, falta de ar, pneumonia de repetição, transpiração excessiva durante a mamada, choro, irritabilidade, dificuldade para ganhar peso e nas crianças maiores tonturas ou desmaios, dor no peito e cansaço durante atividade física. É aquela criança que para de brincar ou correr sempre antes dos amiguinhos.
Hoje em dia, a maioria das cardiopatias são diagnosticadas durante o pré-natal, inicialmente pelo usg de rotina e pelo ecocardiograma fetal e no primeiro ano de vida. Alguns defeitos que causam pouco ou nenhum sintoma podem só ser diagnosticado na vida adulta.

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